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que se imprimiram posthumas. 13.", considerações acerca da tra ducção dos Triumphos de Petrarcha.

Este volume consta de 451 pag.

O VI volume contem : 1.", retrato de Vasco da Gama com o fac-simile de sua assignatura. 2.", saudação á memoria de Vasco da Gama e Camões. 3.°, prologo, em que o editor nos-diz á qual das edições dos Lusiadas mais se-cingiu. São estas as suas palavras : « Sae à luz n’este sexto volume das obras do nosso poeta o seu poema immortal dos Lusiadas, conforme a edição por elle publicada na sua vida, isto é, aquella que se reputa ser a segunda „4.°, argumento de todos os dez cantos. 5.", uma aquarella representando a armada de Vasco da Gama, e copiada de um importante manuscripto do seculo XVI. 6o, os Lusiadas. No principio do canto IV, estão os bustos de Vasco da Gama e de seu ermão Paulo da Gama; no principio do X, estãɔ os de Nicolau Coelho e Pedro Alvares Cabral, todos copiados dos que existem no claustro do templo de Belem. 7., estancias desprezadas. 8.', lições varias. 9.', apothegmas. 10.", tabella das edições. 11.', tabella das traducções. 12.", differenças orthographicas. 13.·, estancias extrahidas da Ulissca. 14.°, fac-similes. 15.', notas.

Este volume consta de XXX1–542 pag.

Não deremos concluir ésta descripção sem consignar aqui as seguintes palavras do illustrado sħr. visconde de Juromenha, as quaes provam, que a sua monumental obra só ficará completa com a publicação do 7. volume. Eil-as: « Desejariamos dar aqui n'este volume, e assim o tencionavamos, o retrato de D. Ignez de Cas. tro tirado da sua campa; porem para não demorar mais a publicação, nos reservamos a dal-o no seguinte e ultimo, quando tratarmos da sua vida commentando o episodio do poema.)

Mais adiante, no fim do prologo, estão tambem estas palavras: ...... No seguinte e ultimo volume que destinamos, na parte mais principal, a esclarecer os heroicos feitos dos homens illustres quo constituem o amago do poema nacional.

66) Os Lusiadas poema epico de Luiz de Camões Nova edição popular, conforme ás edições classicas de 1572 augmentada com a vida do poeta e com um glossario dos nomes proprios.

Lisboa typographia Souza & Filho 145Rua do Norte145 1871. In-16.", de 395 paginas, com um retrato do poeta. Esta edição contem : Um resumo da Vida de Camões.

Glos

sario dos nomes proprios. Os Lusiadas, com dous argumentos no principio de cada um dos cantos.

67) Os Lusiadas poema epico de Luiz de Camões—Nova edição contendo: Breve noticia da vida do author Noticia ácerca de Vasco da Gama e da sua viagem á India e o Diccionario dos nomes proprios usados no mesmo poema.

Porto em casa de Cruz Coutinho-editor Rua dos Caldeireiros, 18 e 20.—1871. In-12.', de XXIV–360 paginas.

No verso da folha do titulo: Typographia do Jornal do Porto Rua Ferreira Borges, 31.

Em seguida vem: Breve noticia da vida de Luiz de Camões pelo P. Thomaz Josè d' Aquino.- Noticia ácerca de Vasco da Gama e da sua viagem á India extrahida da Chronica d' El Rei D. Manoel, escripta por Damião de Goes. Os Lusiadas, com os argumentos em prosa e em outavas.Diccionario de todos os nomes proprios.

Esta cdição não offerece nem uma particularidade digna de menção.

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68) Os Lusiadas poema epico de Luis de Camões Nova edição conforme á de 1817, in-4.° de Dom Josè Maria de Souza Botelho Morgado de Matteus Correcta e dada à luz por Paulino de Souza Bacharel em sciencias.

Pariz em casa de V." J.-P. Aillaud, Guillard e C. 47, Rua de Saint-André-des-Arts, 47. 1873. In-8.° de 536 paginas, com retrato de Camões, vinhetas, e o rosto impresso a duas tinctas.

No verso da folha que precede o retrato e no fim do volume a seguinte indicação: Paris– Imp. Simon Raçon e Comp. Rua de Erfourth, 1.

Esta edição é exactamente a mesma de Aillaud, 1865, com a unica differença, das 5 primeiras folhas e das 2 ultimas que são de impressão diversa, e de não trazer em seguida ao Prologo o Aviso da edição de 1818.

69) Os Lusiadas de Luiz de Camões.

Unter Vergleichung der besten Texte, mit Angabe der bedeutendsten Varianten und einer Kritischen Einleitung herausgegeben von Dr. Carl von Reinhardstoettner, Privatdocenten der rumanischen Sprachen und Litteraturen an der K. Pol. Hochschule zu Muenchen.

Strassburg Karl J. Truebner. London Truebner & Comp. 1874.

In-8.° gr.

No verso da folha do titulo lê-se: Buchdruckerei von G. Otto in Darmstadt.

Em seguida vem: Vorwot, um prologo assignado pelo dr. Carl Reinhardstoettner e datado de Muenchen, April 1874.- Bezei. chnung der bedeutendsten verglichenen und citierten Ausgaben, isto é, uma nota das mais notaveis edições comparadas e citadas nesta obra.— Zur Textkritik der Lusiaden.— Argumento anonymo dos dez cantos dos Lusiadas. São estes os argumentos em outavas de J. F. Barreto. Começa logo depois o poema, acompanhado de notas em todas as paginas com as variantes. Termina o exemplar como index dos nomes proprios. Contem 3 fls. inn.—XLI—318 paginas, e mais uma fl. innumerada com a Errata.

Esta edição está impressa com nitidez, e é recommendavel pela rigorosa exacção das notas variantes e pela critica philologica

que faz do texto do poema.

70) Os Lusiadas poema epico de Luiz de Camões— Nova edição, cuidadosamente revista conforme ás de 1572, precedida da biographia do poeta e seguida de um diccionario dos nomes proprios.

Lisboa livraria de Antonio Maria Pereira Editor 50_Rua Augusta52—1875. In-16.', de XVIII—457 paginas, com trato de Camões aberto em madeira.

No verso da folha de rosto : Typ. de Christovão Augusto Rodrigues, rua do Norte, 145.

O exemplar, como diz o titulo, comprehendo : Noticia biographicu de Luiz de Camões.Os Lusiadas com os dous argumentos, um em proza, e outro em outavas de J. F. Barreto.- Diccionario abreviado de nomes proprios historicos, geographicos e mythologicos.

Esta edição parece-nos ter sido especialmente preparada para o uso das escholas.

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O re

João de Talıanha da Gama.

(Continúa.)

P.° JOSEPH DE ANCHIETA,

Chartas ineditas.

[ Continuação (*)].

Copia de hũa do P. Joseph pr" o padre Mestre Diogo Laines proposito Geral da Companhia de Jesu. 1565.

La gracia y amor del espirito sancto sea siempre en ñro (nuestro) continuo fauor y ayuda amen.

Es llegada esta tierra atal estado que ya no deuen esperar nueuas della nueuas de fructo en la Conuersion dela gentilidad el qual pues falta paresçe consequête super abūdan las tribulaciones que se passan con esperanca (sic) de poder coger alguno, quese guarde en los graneros del Snõr el qual pues se digno de nos communicar algo dellas determino con ellas algo me dilatar, pues el mismo dise que el verdadero fructo nasce della paciencia pra que contodo sea su sancto nombre glorificado.

En las letras passadas toque algo delas grandes oppressiones que dan a esta tierra. E nos ñros enemigos llamados Tamúya del Rio de Jenero, lleuando continuamente los esclauos mugeres y hijos delos xpianos matandolos y comiendolos y esto sin cessar, unos ydos, otros uenidos por mar y por tierra ni abastan sierras y montañas muy asperas ni tormentos muy graues pr“ los impedir su officio cruel, sin poder o por mejor dizir sin querer resistirles demanera que parece que la diuina Justicia tiene atadas las manos alos portugueses pera que no se defiēdan y permitte que les tengan estos Castiguos asy por otros sus peccados como maxime por

[*] Continuação du pag. 308 do volume I.

las muchas sinrazones que tienen hecho aesta nacion que de antes erã ñros amigos salteandolos captiuandolos y matandolos muchas vezes con muchas mentiras y engannos. Por lo qual determino el p M.' da nobrega detratar pazes cõ ellos că aplazimiento de todos estos pueblos pera ğ algũ poco cessassen tantos incursos, y oppressiones, o alo menos quando ellos no quisiessen nos quedasse nuestra causa Justificada da parte de dios N. S. y ablandassē el Rigor de su Justicia, queriendo dar su vida en sacrificio, entregandola en manos de sus Enemigos quedandosse cõ ellos en sus tierras (Mandando tambien ellos aca algunos delos suios en Refenes y asy acatandosse (tratandosse) poco apoco. hasta soldar la amistad y paz) ut unus aut duo morirentur homines pro populo, Et no tota gens periret esperando daquy tambien otros fructos dela cõuersion delos mesmos, o faltē ganar algunas animas de sus hijos iñocētes co el agua del Sanct. Baptysmo, como mas longam en las letras passadas he referido.

Mouido pues cõ tantas y tan Justas causas, y confiado en la virtud de N. S. Jesu X.° ĝ delas piedras duras sacca abundantes rios de aguas emprendio este camino determinado De se partir en dos nauios. bien aparejados ala tierra delos contrarios, y despues derenouados los uotos la primera octaua de paschua del año passado de 1564 nos partimos antes que los nauios, y yo yendolos aesperar auna hortaleza daquy aquatro leguas llamada Beriguioca (Bertioga) en una canoa, onde luego cõmeçamos aexperimētar la dulzura dela Diuina Misericordia y prouidencia ala qual totalmēte nos aujamos entregado y fue q en aujendo nos otros llegado atierra, y desembarcado ueyo tan grande tempestade de viento y lluuia, s sy nos tomara En la mar, segun la canoa era pequeña tovieramos grã peligro de nos perder, a saluo conduzimos bendito sea el sõr dador de todo bueno.

Enesta fortaleza estuuymos cinque dias confessando los proradores della y sus esclauos y comulgando alos s erã capazes del sancto Sacramēto. enquanto se aparejaua los Nauios, y de ahy nos partimos alos 23 de Abril. con buen viento, mas luego senos mudo, y ouuera dedar con otros al costa en una Illeta pe

nos

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