Camões

Voorkant
Imprensa nacional, 1886 - 271 pagina's
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Pagina 1 - Saudade! gosto amargo de infelizes, Delicioso pungir de acerbo espinho, Que me estás repassando o íntimo peito Com dor que os seios d'alma dilacera, — Mas dor que tem prazeres — Saudade!
Pagina 125 - Dai-me huma furia grande e sonorosa, E não de agreste avena, ou frauta ruda: Mas de tuba canora e bellicosa, Que o peito accende, ea cor ao gesto muda: Dai-me igual canto aos feitos da famosa Gente vossa, a que Marte tanto ajuda; Que se espalhe, e se cante no universo. Se tão sublime preço cabe em verso.
Pagina 235 - PORTARIA — Fernando da Costa Leal, do Conselho, de Sua Majestade, comendador da Ordem Militar de Nosso Senhor Jesus Crsto, oficial da antiga e muito nobre Ordem da Torre e Espada do Valor Lealdade e Mérito...
Pagina 176 - O coração que lhe apertava a mágoa ; Nos olhos, rasos do chorar ainda, A alegria lhe ri por entre o pranto. E o amo, a quem signaes de tanto affecto Movem no intimo d'alma, sente um golpe De balsamo...
Pagina 263 - E posto que acima diga que o dito luis de camões comece a vencer os ditos quinze mil reis de dous dias do...
Pagina 183 - Soberbo Tejo, nem padrão ao menos Ficará de tua glória? Nem herdeiro De teu renome?... Sim: recebe-o, guarda-o, Generoso Amazonas, o legado De honra, de fama e brio: não se acabe A língua, o nome português na Terra.
Pagina 85 - N'esse poiso De suave tristeza me accudiam Á memoria as lembranças do passado, Magoadas co'as ideas do presente, De involta com receios do futuro; E acaso de esperança verdejava Leve folha dos ventos assoprada.
Pagina 195 - Faquelle a cujo amor a vida, a honra, Tudo sacrificou, toda se ha dado? Branca o percebe; misera! a seus olhos Crédito não quer dar : suspiros nascem No triste peito, que no peito affoga ; Lagrymas vêem aos olhos, e olhos bebem Lagrymas. . . que as não veja a causa d'ellas. IX Oh sexo generoso ! e ha tal ingrato Que traia tanto amor?— Traidor não era Aben-Afan : mas vós que haveis amado, Dizei-o vós, quando a explosão primeira Do faxo se exhalou, que amor o accende? Culpa é do amante se...
Pagina 103 - Sentia-me arrobar-se-me a existencia, E o coração voar-me, como os anjos, Para a celeste virgem. De seu peito Uma Cruz resplendente lhe pendia, E essa Cruz . . . essa Cruz, como inimigo Talisman, affastava da donzella Meu coração que embalde forcejava De approximar-se a tanta formosura. Ella, a virgem, uns olhos compassivos Punha em mim, e um surriso parecia De seus divinos labios consolar-me, E ao coração, que ja desanimava, Alentá-lo d'esp'ranças.

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