Obras, Volume 2

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1861
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Populaire passages

Pagina 12 - Alma minha gentil, que te partiste Tão cedo desta vida, descontente, Repousa lá no Céu eternamente E viva eu cá na terra sempre triste.
Pagina 100 - Às portas da cobiça e da vileza; Cá neste escuro caos de confusão, Cumprindo o curso estou da natureza.
Pagina 211 - Toma novos esp'ritos, com que vença A Fortuna e Trabalho, Só por tornar a ver-vos, Só por ir a servir-vos e querer-vos.
Pagina 138 - A formosura desta fresca serra E a sombra dos verdes castanheiros; O manso caminhar destes ribeiros Donde toda a tristeza se desterra; O rouco som do mar, a estranha terra, O esconder do Sol pelos outeiros, O recolher dos gados derradeiros, Das nuvens pelo ar a branda guerra; Enfim, tudo o que a rara Natureza Com tanta variedade nos ofrece, Me está, se não te vejo, magoando.
Pagina 10 - Busque Amor novas artes, novo engenho. Pera matar-me, e novas esquivanças; Que não pode tirar-me as esperanças, Que mal me tirará o que eu não tenho. Olhai de que esperanças me mantenho! Vede que perigosas seguranças! Que não temo contrastes nem mudanças, Andando em bravo mar, perdido o lenho. Mas, conquanto não pode...
Pagina 161 - Com o tempo foje o mal duro e penoso, Com o tempo torna o bem já quando esquece. Com o tempo faz mudança a sorte avara, Com o tempo se aniquila hum grande estado, Com o tempo torna a ser mais eminente. Com o tempo tudo anda...
Pagina 211 - Estais, que, cá tão longe, de alegria Me sustentais com doce fingimento! Logo que vos figura o pensamento, Foge todo o trabalho e toda a pena. Só com vossas lembranças, Me acho seguro e forte Contra o rosto feroz da fera Morte, E logo se me juntam esperanças Com que, a fronte tornada mais serena, Torno os tormentos graves Em saudades brandas e suaves.
Pagina 192 - E com que defender-me triste espero É que nunca sentia, No tempo que fui vosso, •Quererdes-me vós quanto vos eu quero; Porque o tormento fero De vosso apartamento Não vos dará tal pena Como a que me condena, Que mais sentirei vosso sentimento Que o que a minha alma sente.
Pagina 68 - No cabelo o valor do metal louro; No peito a neve, em que a alma tenho acesa. Mas nos olhos mostrou quanto podia, E fez deles um sol, onde se apura A luz mais clara que a do claro dia.

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