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O Vocabulario da lingua indigena geral (n.o 906) é dedicado ao rev. D. José Affonso de Moraes Torres, bispo do Pará.

Na dedicatoria ao prelado escreve o auctor:

«Como o pouco que existe escripto sobre esta lingua em nada concordasse com o que actualmente se falla, deliberei-me a escrever umas pequenas explicações por onde podesse orientar os meus alumnos sobre algumas regras da grammatica e o idiotismo da lingua; e para maior perfeição ajuntei-lhes um vocabulario explicado em ordem alphabetica.» Alem da dedicatoria traz uma «Advertencia», onde diz o auctor que a lin gua geral é «quasi morta e absolutamente pobre de vocabulos, e que pela corrupção tudo quanto n'ella existe escripto é quasi desconhecido pelos mesmos indios.» Depois da advertencia seguem-se umas Breves explicações da lingua indigena geral.

MANUEL JUSTINO PIRES (v. Dicc., tomo vi, pag. 34).

Acrescente se:

2430) Judith, a heroina de Bethulia. Poemeto em tres cantos.- Veja a este respeito a Gazeta do poro, de Elvas, n.o 500, de 25 de julho de 1871.

MANUEL LADISLAU ARANHA DANTAS (v. Dicc., tomo vi, pag. 34). Natural da Bahia, nasceu em 1811, segundos uns, e a 29 de junho de 1810, segundo o sr. J. dos Remedios Monteiro, na União medica, n.o 8, de janeiro de 1881.

Estava jubilado na cadeira de pathologia externa, que regêra por mais de vinte e cinco annos; e por esta circumstancia recebera o titulo do conselho de sua magestade imperial. Tinha as commendas das ordens da Rosa e de Christo, e as medalhas da independencia e da guerra do Paraguay, para onde seguira apesar de adiantado em idade, e onde trabalhou com dedicação nos hospitaes de sangue. Morreu no dia 4 de novembro de 1875.

Veja a seu respeito:

Discurso proferido por M. Victorino Pereira, por occasião da manifestação feita ao conselheiro Aranha Dantas.— Na Gazeta medica da Bahia, vol. vu, 18731874, pag. 308. O conselheiro Manuel Ladislau de Aranha Dantas.- Na mesma Gazeta, 1876,

pag. 44.

Conselheiro Aranha Dantas, por Alexandre Herculano Ladislau.-Veja Apontamentos biographicos de varões ilustres, Bahia, 1881, pag. 65.

Apontamentos biographicos, pelo dr. Remedios Monteiro, acima citado.
Acrescente se:

2431) Memoria historica dos acontecimentos notaveis do anno de 1855, opresentada á faculdade de medicina da Bahia, no dia 1 de março de 1856, em cum primento do artigo 197.° dos estatutos, etc. Bahia, typ. e livraria de E. Pedrosa, 1856. 4.o de 16 pag.

2132) Discurso proferido pelo conselheiro Manuel Ladislau Aranha Dantas, supprindo as vezes do vice-director, depois da collação do grau de doutor em me dicina, em 30 de novembro de 1872.—Veja na Gazeta medica da Bahia, vol. VI (1872-1873), pag. 119.

2433) Discurso proferido

a 6 de dezembro de 1873 na faculdade de medicina da Bahia, por occasião de conferir o grau de doutor em medicina aos que então terminaram o seu curso medico. - Veja na Gazeta citada, vol. vii, 18731876, pag. 129.

FR. MANUEL LEAL DE BARROS (v. Dicc., tomo vi, pag. 35). As Noticias da confraria da Graça (n.o 918) tem na primeira edição 20 pag. innumeradas. A segunda foi em 16.o de 80 pag. por João Gatrão e não Galvão. É interessante saber-se que o livro Crysol purificativo (n.o 919, foi impresso

em 1673, e offerecido pelo auctor a Antonio Cavide, fidelissimo criado delrei D. João IV; porém, como n'esse mesmo anno Cavide foi processado e punido como traidor ao rei, o auctor substituiu o frontispicio por outro impresso na mesma typographia em 1674, no qual dedica a obra a S. Paulino bispo de Nola, e trocou em igual sentido as proprias dedicatorias. Em tudo o mais vê-se que é a mesma edição.

Na bibliotheca da Ajuda ha os dois exemplares com as alterações indicadas.

MANUEL DE LEÃO (v. Dicc., tomo vi, pag. 38).

O Triumpho lusitano (n.o 920) tem obtido o preço de 35000 a 45500 réis. José Rodrigues de Castro, na sua Bibliotheca rabinica, cita esta obra imperfeitamente.

MANUEL LEITÃO (v. Dicc., tomo v, pag. 36).

Da Pratica dos barbeiros (n.o 922) ha outra edição de Lisboa, por Bernardo da Costa de Carvalho. 8.o de 72 pag.

MANUEL LEITE MACHADO (v. Dicc., tomo vi, pag. 36).

Acrescente-se:

2434) Arca de Noé. Obra dedicada ao Retiro litterario portuguez, sendo o producto d'esta primeira edição destinado para a reedificação do asylo de D. Maria Pia em Lisboa. Rio de Janeiro, typ. Perseverança, 1867. .8.o de 163 pag.

Esta publicação foi chistosamente conceituada n'um folhetim do Jornal do commercio, do Rio, pelo dr. Luiz de Castro. Tambem Faustino Xavier de Novaes, sob o pseudonymo de Japhet, escreveu um artigo critico inserto no Correio mercantil de 27 de fevereiro de 1868. Ali trata Leite Machado com bastante graça, dizendo d'elle:

«Leite Machado é poeta sempre, e sem o sentir muitas vezes. Não resisto á tentação de transcrever, como prova, parte de um poemeto publicado, em 1858, na Lyra gemedora, sob o titulo Leis de amor, repetido agora na Arca de Noé com a epigraphe Cupido. Tem essa notavel particularidade as poesias de Leite Machado. Não ha titulo que não sirva para todas!»

E em seguida transcreve, como amostra, algumas quadras do poemeto citado.

FR. MANUEL DE LEMOS (v. Dicc., tomo vi, pag. 36). Note-se que o Sermão da fé (n.o 923) traz por engano typographico o milesimo 1518 em vez de 1618; e o nome Giogo em vez de Diogo.

MANUEL LOBO DE MESQUITA GAVIÃO (v. Dice., tomo vi, pag. 38). Segundo uma nota manuscripta posta no exemplar do Diccionario existente no Gabinete portuguez de leitura, no Rio de Janeiro, Gavião foi assassinado a tiro por mandado de um parente muito proximo, com quem elle andava em grave desavença.

Acrescente-se:

2435) Additamento ás breves considerações historicas e criticas, etc., com os seus respectivos documentos. Lisboa, na typ. de Luiz Correia da Cunha, 1845. 8.o grande de 134 pag. e mais 1 de errata.

2436) Collecção de documentos ineditos para a historia da guerra civil em Portugal no anno de 1847, publicada e annotada. Porto, na typ. do Nacional, 1849. 8.° grande de vin-87 pag. e 2 mappas desdobraveis.

MANUEL LOPES (v. Dice., tomo vi, pag. 38).

A Analyse de Algebra, etc., é em 4.° e tem XXIV (innumeradas)-358 pag., comprehendido o indice.

MANUEL LOPES GUIMARÃES, cirurgião-medico. Foi delegado do conselho de saude publica do reino e guarda mór de saude nos Açores. — E.

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2437) Reflexões que sobre a Memoria acerca de dois casos de febre amarella observados no hospital da misericordia da cidade de Ponta Delgada, e mais circumstancias que os acompanharam, pelo dr. André Antonio Avelino, medico do mesmo hospital, faz Manuel Lopes Guimarães. Ponta Delgada, typ. A. das letras açorianas, 1858. 8.o de 15 pag.

P. MANUEL LOPES DA MATTA (v. Dicc., tomo vi, pag. 39).

A obra Sciencia dos costumes teve tambem uma edição em 1834, de Lisboa, na imp. Silviana. 8.o de 221 pag. e mais 1 innumerada de errata. A ultima pagina está erradamente numerada com os algarismos 121 em vez de 221

MANUEL LOPES DE OLIVEIRA (v. Dice., tomo vi, pag. 39). Segundo o additamento da pag. 452, a Pratica (n.o 946) não parece que se imprimisse jamais em separado, como poderá inferir-se do que registou Barbosa na sua Bibliotheca lusitana, cujas foram as indicações que ficaram no corpo do Diec Anda, porém, esta Pratica incluida nos Autos do levantamento e juramento, que os grandes, titulos seculares, ecclesiasticos e mais pessoas... fizeram a el-rei D. João V, nosso senhor, etc. Lisboa, por Valentim da Costa Deslandes, 1707. Fol.— Nova edição. Ibidem, por Miguel Rodrigues, 1750. 4.o de 34 pag.

O fallecido bibliographo Figanière tinha um exemplar d'esta ultima.

O finado barão de Paiva Manso possuia e depois passou a seu filho, o visconde do mesmo titulo, tambem já fallecido, um volume manuscripto, onde estavam colligidos os pareceres que em rasão do seu cargo de procurador da corða dera acerca de variadissimos processos submettidos ao seu exame, como digno suecessor de Thomé Pinheiro da Veiga.

Um d'esses pareceres, relativos à observancia da ord., liv. 2.o, titulo 18.o, que trata dos bens da igreja, sain impresso em folhetim do Conimbricense n.o 2:379 de 14 de maio de 1870. É pouco lisonjeira a pintura que n'elle faz Lopes de Oliveira da desenfreada ambição e espirito mundano que por então reinava nas communidades religiosas, dispostas a absorver todos os bens e patrimonios dos particulares com damno do estado.

P. MANUEL LOURENÇO SOARES (v. Dicc., tomo vi, pag. 39).
Emende-se na descripção da obra n.o 948, recopilação para explicação.

A edição de 1637 é em 12.o e não 8.o, de 6 (innumeradas)-162 folhas numeradas pela frente.

Ibidem. De novo acrescentada em muitas partes pelo P. Antonio Pimenta, etc. E com algumas novas addições e indice copioso feito pelo R. P. Fr. Clemente Fernandes, etc. Lisboa, na offic. de Henrique Valente de Oliveira, 1665. 8.o de 8 (innumeradas)-232 pag.- Pelo teor das licenças deve ser esta a segunda edição. Na dedicatoria da quarta edição (1670) à Luiz Vieira da Silva, diz o editor ser esta a quinta impressão!

Existe outra edição de Coimbra, talvez a sexta, de 1679.

P. MANUEL LUIZ (1.o) (v. Dicc., tomo VI, pag. 40).

Acrescente-se a seguinte obra, de que se fez apenas simples referencia:

2438) Theodosius Lusitanus, sive Principis perfecti vera effigies, etc. Eborae, 1680. Fol. de XVI-(innumeradas)-269 folhas numeradas só na frente e mais 14 de indice, tambem não numeradas.

Note-se que este livro deve conter, alem do retrato do principio, outra estampa de gravura com o escudo das armas da rainha da Gran-Bretanha D. Catharina, a quem a obra foi dedicada.

A obra Cuidei-o bem (n.o 951) tem 283 pag.

* MANUEL LUIZ ALVARES DE CARVALHO, natural da Bahia, medico da real camara. Foi por el-rei D. João VI encarregado da fundação das escolas de medicina no Brazil.

Vem algumas anecdotas interessantes a seu respeito na Corographia do Brazil por Mello Moraes, parte 11, tomo 1, pag. 126 (nota 2).

Nos Annaes da imprensa nacional do Rio de Janeiro vem esta nota a seu respeito (pag. 101); «Medico distincto, homem de caracter independente, dotado de muita energia, e que, segundo se diz, nunca quiz perceber os vencimentos dos logares que exercia ». — E.

2439) Plano dos estudos de cirurgia. Rio de Janeiro, na imp. Regia. Fol. de 3 folhas (innumeradas). Tem a data de 1 de abril de 1813 è a referenda do conde de Aguiar. Vem antes o decreto da mesma data, approvando o referido plano para que sirva de estatutos ao curso de cirurgia do hospital da santa casa da misericordia.

Ácerca da organisação do ensino de medicina no Brazil, veja-se, entre outras obras de que não tenho nota, as seguintes:

1. Plano de organisação de uma escola medico-cirurgica, etc., pelo dr. Vicente Navarro de Andrade. Rio de Janeiro, 1812.

2. Instrucções provisorias que pela carta regia de 28 de janeiro de 1817 devem reger a cadeira de chimica da cidade da Bahia.

3. Plano ou regulamento interino para os exercicios da academia medico-cirurgica do Rio de Janeiro. Por José Mária Bomtempo. Anno 1820. Rio de Janeiro, na typ. Nacional, 1823. 4.o

4. Regulamento interino para a fisicatura-mór do imperio do Brazil, por José Maria Bomtempo. Anno 1824. Ibidem, na mesma typ., 1825. 4.

5. Plano de organisação das escolas de medicina do Rio de Janeiro e Bahia, offerecido ás camaras legislativas por José Martins da Cruz Jobim, etc. Ibidem, na typ. do Diario, 1830. 4.° de 15 pag.

6. Plano de organisação das escolas de medicina do Rio de Janeiro e Bahia para ser apresentado á camara dos srs. deputados pela sociedade de medicina do Rio de Janeiro, em satisfação ao convite que lhe foi feito pela mesma camara a 7 de outubro de 1830.

7. Carta de lei... mandando executar o decreto da assemblea geral legislativa... dando nova organisação ás actuaes academias medico-cirurgicas das cidades do Rio de Janeiro e da Bahia. Rio de Janeiro, na typ. Nacional, 1832. Fol. de 6 pag.

8. Plano da reorganisação do curso de pharmacia das escolas de medicina do Rio de Janeiro e Bahia, e creação de escolas provinciaes de pharmacia em diversas provincias do imperio, apresentado pela secção de pharmacia á academia imperial de medicina.

Veja na Revista medico-fluminense, n.o 11, 1836.

9. Estatutos da escola de medicina do Rio de Janeiro. Ibidem, na typ. da associação do Despertador, 1840. Fol. de 31-1 pag.

10. Parecer do dr. Salustiano Ferreira Souto... ácerca dos novos estatutos das escolas medicas do Brazil exigido pelo actual ministro do imperio o ex o sr. Luiz Pedreira do Couto Ferraz. Bahia, typ. de Camillo Lellis Massono & C., 1854. 8.° grande de 33 pag.

11. Officio do sr. conselheiro dr. Jobim ao governo imperial a respeito do serviço medico em o Brazil. -Veja na Gazeta medica do Rio de Janeiro, 1863.

12. Novos estatutos para as faculdades de medicina do imperio... Rio de Janeiro, typ. Nacional. 1879. Fol. de 60 folhas.

Tem a data de 30 de dezembro de 1878 e a assignatura dos srs. drs. V. Saboia, Domingos José Freire Junior e Motta Maia.

13. Decreto n.° 7:247 de 19 de abril de 1879, reformando o ensino primario e secundario no municipio da côrte e o superior em todo o imperio, Rio de Janeiro, typ. Nacional, 1879. 4.o de 22 pag.

14. Regulamento das faculdades de medicina mandado executar pelo decreto n.o 8:024 de 12 de março de 1881. Ibidem, na mesma typ., 1881. 4. de 26 pag. Vejam-se tambem os relatorios de diversos apresentados as faculdades de medicina do Rio de Janeiro e da Bahia.

MANUEL LUIZ DE MAGALHÃES (v. Dicc., tomo vi, pag. 41).

O Compendio grammatical da Elypse (n.o 956) fôra impresso no Porto em data anterior á da edição mencionada.

Innocencio, nos additamentos a pag. 452, nola que isto se evidenceia pelas declarações do rosto de outra obra do mesmo auctor.

A edição de Lisboa é de 1805 e não de 1804. 8.o de 95 pag.

2440) Reflexões sobre as quatro partes da grammatica latina, etymologia, orthographia, prosodia e syntaxe. Com dois appendices, um da mudança das vogaes e ditongos, outro das vozes ellipticas, e o modo de variar as orações. Pelo auctor do compendio da Elypse para uso dos seus discipulos. Obra posthuma. Porto, na offic. de Antonio Alvares Ribeiro, 1794. 8.o de vi-109 pag. e mais 8 (innumeradas) de indice final.

Parece que fôra editor d'esta obra e do Compendio Antonio Teixeira de Magalhães (Dicc., tomo I, pag. 280); e que Manuel Luiz, conforme a supposição de Innocencio, provavelmente seu pae où irmão, era professor de grammatica latina e fallecera antes de 1794.

P. MANUEL LUIZ MALDONADO, natural do Cabo da Praia. Capellão do castello de S. João Baptista na ilha Terceira, onde nasceu pelos annos de 1645 e morreu em 24 de outubro de 1711. Na Bibliotheca lusitana vem o appellido Maldonado trocado por Machado.·

-

E.

2441) Fenix Angrense. Volume manuscripto em folio, cujo original tem 347 folhas. Vem de pag. 316 em diante outra obra do mesmo auctor Epitome da ilha Terceira, comprehendendo memorias genealogicas de varias familias e ecclesiasticos da cidade de Angra.

A Fenix Angrense é uma historia bem escripta, com muito conhecimento e boa critica, da ilha Terceira desde o descobrimento, com muitas noticias das ou tras ilhas d'aquelle archipelago, conjunctamente as biographias de varios açorianos distinctos por letras e virtudes.

Não sei que se extractassem copias d'ella, mas acham-se alguns extractos no Catholico terceirense, de Senna Freitas, a pag. 99, 106 e seguintes.

O original pertencia ao sr. conde da Praia da Victoria, que o conservava na devida apreciação.

O mesmo auctor deixou um Nobiliario das familias da ilha Terceira e das mais chamadas dos Açores. Vol. em fol. manuscripto, que viera para a posse do digno par do reino Miguel do Canto e Castro, hoje fallecido. É citado por Barbosa na sua Bibliotheca e por Sousa no Apparato á historia genealogica da casa real, pag. 175.

Depois de feita a nota acima, recebi do sr. Ernesto do Canto o seu bom livro Bibliotheca açoriana, do qual me permitto copiar o seguinte, que é em extremo interessante, e confirma e completa a minha informação.

Primum vivens da Fenix Angrense. No alento do ser e substancia dos primeiros povoadores da ilha Terceira. Ms. 2 vol. em folio grande, 1 de historia e outro de genealogias; possuia o primeiro o fallecido conde da Praia da Victoria, e o segundo o tambem fallecido Miguel do Canto e Castro. D'este segundo volume possuimos uma copia, extrahida e conferida em 1874, por especialissimo favor de seu dono, que n'essa occasião nos disse existir na Torre do Tombo uma outra feita antes.

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Este volume tem na folha do frontispicio o desenho do sol, por baixo-Ut e debaixo uma phenix sobre uma fogueira. Segue-se o titulo assignado

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