A Ordem de Christo

Voorkant
Empreza da Historia de Portugal, 1901 - 373 pagina's

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Pagina 197 - Rei de Portugal, e dos Algarves daquem, e dalem Mar em Africa Senhor de Guiné e da Conquista, Navegação, e Commercio da Ethiopia, Arabia, Persia, e da India.
Pagina 224 - Ou fazendo, que mais, que a de Medusa A vista vossa tema o monte Atlante, Ou rompendo nos campos de Ampelusa Os Muros de Marrocos e Trudante; A minha já estimada e leda Musa, Fico, que em todo o mundo de vós cante, De sorte que Alexandro em vós se veja, Sem á dita de Achilles ter inveja.
Pagina 44 - Templo, ao formarem-se para a batalha, guardavam profundo silencio, que só era cortado pelo ciciar do bals3o bicolor (negro e branco) que os guiava despregado ao vento, e dos longos e alvos mantos dos cavalleiros que se agitavam. Á voz do mestre um trombeta dava o signal do combate, e os freires, erguendo os olhos ao céu, entoavam o hymno de David: Não a nós, Senhor, nào a nós!
Pagina 272 - Daquelles Reis, que foram dilatando A Fé, o imperio ; e as terras viciosas De Africa, e de Asia andaram devastando : E aquelles, que por obras valerosas Se vão da lei da morte libertando : Cantando espalharei por toda parte, Se a tanto me ajudar o engenho, e arte.
Pagina 45 - Martinho, homem pequeno de corpo, mas animoso como um leão *, abaixando a cabeça, com o escudo embraçado na esquerda e na direita o estandarte da ordem, arroja-se ao meio dos esquadrões sarracenos: Pedro Alvitiz, o mestre do Templo, leva a mesma dianteira, e os respectivos freires seguem o exemplo dos seus chefes. Os cavallos batem de peitos uns nos outros, as espadas faíscam nas espadas, os escudos retinem contra os escudos, e os elmos e cervilheiras rolam pelo chão rotos e abolados2. Os mussulmanos...
Pagina 224 - Para servir-vos, braço ás armas feito: Para cantar-vos, mente ás Musas dada: Só me fallece ser a vós-acceito , De quem virtude deve ser prezada.
Pagina 44 - Não a nós, Senhor, não a nós! mas dá gloria ao teu nome! — Então, abaixando as lanças e esporeando os ginetes, arrojavam-se ao inimigo, como a tempestade, envoltos em turbilhões de pó. Primeiros no ferir eram os ultimos em retirar-se quando assim lh'o ordenavam. Desprezando os combates singulares, preferiam accommetter as columnas cerradas, e para elles não havia recuar : ou as dispersavam ou morriam.
Pagina 44 - Deviam ser na maior parte templários, porque era esta Ordem, talvez, a mais numerosa de todas e porque debaixo do mando do mestre dos três reinos de Espanha, Pedro Alvitiz, ai se achavam reunidos aos freires de Portugal muitos de Leão e Castela.
Pagina 297 - Ordens, principalnu-nte no provimento dos cavalleiros d'ella, que a eu não auxiliar com providencias proprias e accommodadas a tanta desordem e relaxação, se chegaria por fim ao ponto extremo d'ellas não serem nem consideradas nem estimadas como insignias de honra e de dignidade: resolveu com o parecer de muitas pessoas da Ordem, de seu conselho, e outras muito doutas e zelosas do serviço de Deus e seu, e da causa publica do Estado, que n'isto se interessa, ordenar aos ditos respeitos, para...
Pagina 126 - ... portuguesa, que jamais realizou em nossa raça o talento de esculpir e de fazer cantar a pedra. Na ornamentação dessa janela, em que, juntamente com o sentimento mais entranhado das energias da natureza, rebenta, palpita e brada, em torno da...

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